quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO


"SIM, EU SOU O PODER"
Roberto Marinho
"As empresas jornalísticas sofreram, mais talvez do que quaisquer outras, certas
injunções, como depressões políticas, acontecimentos militares". Os prognósticos
que estamos fazendo na TV Globo dependem muito da normalidade, da
tranqüilidade da vida brasileira. Esses planos podem ser profundamente alterados,
se houver um imprevisto qualquer ou advir uma situação que não esteja dentro dos
esquemas traçados, como se vê nas operações de guerra "".
(Palavras de Roberto Marinho, diretor-presidente das organizações Globo, em 20 de
abril de 1966, depondo na Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou as
ligações entre da Rede Globo e o Grupo Time-Life).
"E esta é uma guerra - não é uma guerra quente, mas um episódio da guerra fria".
Entretanto, se perdemos neste episódio, o Brasil deixará de ser um país
independente para virar uma colônia, um protetorado. 12 muito mais fácil, muito
mais cômodo e muito mais barato, não exigem derramamento de sangue, controlar a
opinião pública através dos seus órgãos de divulgação, do que construir bases
militares ou financiar tropas de ocupação"".
(Palavras de João Calmon, diretor dos Diários Associados),
(Deputado federal e presidente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e
Televisão, em 13 de abril de 1966, depondo na Comissão Parlamentar de Inquérito
que investigou as ligações entre da Rede Globo e o Grupo Time-Life).

Essa é a 3ª página do Livro A História Screta da Rede Globo - "Sim Eu Sou o Poder", escrito por Daniel Heiz. O livro traz revelações, fatos e verdades que grande parte dos "telespectadores" não conhecem, afinal, nessa imprensa monopolizada brasileira e nessa busca incansável do PiG pelo "controle geral", fica muito difícil saber o que realmente acontece.

Então, leia-o e entenda um pouco mais sobre as histórias da Globo. Você pode baixá-lo aqui.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

...a blogesfera tem uma luta a travar...


O PIG INAPELAVELMENTE USA TODA A DEFASAGEM DE UMA PLUTOCRACIA DESMEDIDA...

ESPERAMOS O QUANTO ANTES UMA BANDA LARGA COMO UMA TV...


Por Nassif

A Abril consegue a primeira condenação

Ainda não tenho os dados à mão. Mas, pelo que sou informado, fui condenado a pagamento de 100 salários mínimos pelo juiz Vitor Frederico Kümpel, da 27ª Vara Cível, em processo movido por Mário Sabino e pela revista Veja. No primeiro processo – de Eurípedes Alcântara – fui absolvido.

Pode haver apelação nas duas sentenças.

Ao longo dessa longa noite dos celerados, a Abril lançou contra mim os ataques mais sórdidos que uma empresa de mídia organizada já endereçou contra qualquer pessoa. Escalou dois parajornalistas para ataques sistemáticos, que superaram qualquer nível de razoabilidade. Atacaram a mim, à minha família, ataques à minha vida profissional, à minha vida pessoal, em um nível só comparável ao das mais obscenas comunidades do Orkut.

Não me intimidaram.

Apelaram então para a indústria das ações judiciais – a mesma que a mídia vive criticando como ameaça à liberdade de imprensa. Cinco ações – quatro em nome de jornalistas da Veja, uma em nome da Abril – todas bancadas pela Abril e tocadas pelos mesmos advogados, sob silêncio total da mídia.

Não vou entrar no mérito da sentença do juiz, nem no valor estipulado.

Mas no final do ano fui procurado por um emissário pessoal de Roberto Civita propondo um acordo: retirariam as ações em troca de eu cessar as críticas e retirar as ações e o pedido de direito de resposta. A proposta foi feita em nome da “liberdade de imprensa”. Não aceitei. Em nome da liberdade de imprensa.

Podem vencer na Justiça graças ao poder financeiro que lhes permite abrir várias ações simultaneamente. Quatro ações que percam não os afetará. Uma que eu perca me afetará financeiramente, além dos custos de defesa contra as outras quatro.

Mas no campo jornalístico, perderam para um Blog e para a extraordinária solidariedade que recebi de blogueiros que sequer conhecia, de vocês, de tantos amigos jornalistas que me procuraram pessoalmente, sabendo que qualquer demonstração pública de solidariedade colocaria em risco seus empregos. Melhor que isso, só a solidariedade que uniu minhas filhas em defesa do pai.

em
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/solidariedade-ao-nassif/

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Nova lei de comunicação argentina


21/09/2009

Trecho de uma publicação do site Carta Maior sobre a nova lei de comunicação argentina.

[...]Aprovada por ampla maioria, a "Nueva Ley de Medios" cria uma comissão bicameral de controle, um Conselho Federal de Comunicação Audiovisual e a figura do Defensor Público de consumidores de serviços audiovisuais. Entre outras coisas, a nova legislação estabelece que uma mesma empresa não possa possuir canais de TV aberta e a cabo, além de reduzir de 24 para dez o limite das concessões de rádio e TV em mãos de um mesmo proprietário.[...]

É ou não é uma boa pro Brasil?

...ley de medios.. o Brasil mais que precisa de uma [!]


Do site do Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada

paulohenriqueamorim.com.br

A Argentina vota “Lei de Comunicação”. O Brasil precisa de uma ?

9/outubro/2009 9:15
Conseguirá o independente Hélio Costa fazer uma “Ley de Medios” no Brasil ?


Conseguirá o independente Hélio Costa fazer uma “Ley de Medios” no Brasil?



A Argentina vota hoje uma “Ley de Medios”, que o PiG (*) de lá chama de “Ley de los Medios K”, ou seja, dos Kirchner.

O clima é de “crise”, como os que existem por aqui:


http://www.clarin.com/


http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1184277&pid=7492005&toi=6258


Na verdade, trata-se de uma batalha entre os K – Nestor e Cristina – e a Globo de lá, o Clarín.

As duas empresas de cabo que servem Buenos Aires – Cable Visión e Multicanal – são do Clarín.

As duas maiores redes de televisão – Canal 13, e TN (telenotícias) são do Clarín.

Há uma rede pública, o Canal 7, “una porquería”, me disse um amigo argentino.

Tem a Telefe, da Telefonica de España, que não fede nem cheira.

E um canal “24H”, que compete com o TN.

A maior rede de rádio da Argentina, a Radio Mitre, é do Clarín.

A segunda, Radio Continental, é da Telefonica, que nem fede nem cheira.

(Diferente do portal Terra, no Brasil, da mesma Telefonica, que se tornou um braço militante do PiG (*).)

Um dos motivos da celeuma é que o Governo de Cristina Kirchner comprou por 600 milhões de pesos a exclusividade dos jogos do campeonato argentino de futebol e os exibe no canal estatal, o Canal 7.

Amigo navegante, já imaginou se o Ministro Hélio Costa – esse ministro independente – comprasse os direitos exclusivos do Brasileirão e passasse nos canais públicos, de graça ?

Se os jogos do Brasileirão fossem numa hora em que o trabalhador pudesse assistir ?

(Aqui, os jogos não respeitam a jornada de trabalho do brasileiro, mas a grade de programação da Globo, não é isso ?)

Não ia ser uma confusão ?

Aqui, aparentemente, as empresas de telefonia se recusam a participar de uma Conferência de Comunicação, a Confecom, que se realizará em dezembro e tem a esperança de esboçar uma “Ley de Médios” …


Clique aqui para ler na Teletime


Conseguirá o Ministro Costa, tão independente, convencê-las?

em
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19905

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

"Quién paga a estos imbéciles?"


Retirado do site do Azenha, Vi O Mundo.

Raul Longo: A Globo e Honduras

Atualizado em 08 de outubro de 2009 às 21:48 | Publicado em 08 de outubro de 2009 às 21:20

8 de Outubro de 2009 - 11h24


Globo fala de Honduras: quem paga a estes jornalistas imbecis?

"Quién paga a estos imbéciles?", me perguntou o Santiago. E eu fiquei sem resposta. Santiago Serrano é um amigo espanhol, nascido na Alemanha. Eles têm disso. Filhos de outra cultura, podem escolher a nacionalidade com que melhor se identifiquem. E assim Santiago, nascido e criado na Alemanha, pôde desenvolver o que de melhor havia nas duas linhas de raciocínio: a objetividade prática germânica e a complexa subjetividade latina.

Por Raul Longo*, no Observatório da Imprensa, via
Vermelho


Engenheiro, é capaz de analisar fatores opostos e construir uma ponte que os interligue. Professor de línguas, criativamente estabelece relações que propiciem a compreensão de idéias distintas através de suas semelhanças e diferenças. Apesar de toda essa experiência, Santiago não conseguiu deduzir lógica alguma nas conclusões de todo o elenco da Globo.

Tanto daqueles a que concedemos espaço para o Bom Dia Brasil, do Alexandre Garcia, como para o Jornal Nacional, dos Bonner, ou o Jornal da Globo, do William Waack e Arnaldo Jabor; quanto para os da Globo News, que pagamos para a Miriam Leitão, o Carlos Alberto Sardenberg e a Cristina Lobo.

Cristina Lobo não tem a menor preocupação com a incoerência do que fala. Comentando o discurso de abertura da conferência das Nações Unidas pelo presidente Lula, fez questão de notar ter sido pouco aplaudido, no que demonstrou ser hábito o nosso presidente ser muito aplaudido. Pontuou como únicas ocorrências a do término da fala, como de praxe e comum a qualquer conferencista, destacando que só foi interrompido por aplausos em sua abordagem sobre relações internacionais e aquecimento global, ao citar o golpe de Honduras e o refúgio do presidente daquele país na embaixada brasileira. Não obstante, emendou a conclusão de que, ao abrigar Zelaya, Lula se obrigara aquele "caco" no pronunciamento.

Como assim? Se acaba de confirmar ter sido o único momento em que espontaneamente os líderes mundiais manifestaram concordância ao discurso de Lula, com o que a imbecil classifica a referência como "caco"? Se divergente dos conceitos da Globo, o que o mundo inteiro pensa ou opina torna-se supérfluo, inconsiderável?

Eu não tive coragem de assumir perante o Santiago que ajudo a pagar esses jornalistas, assinando canais de TV para ter mais opções informativas, mas no mesmo momento recordei aquela divulgação insistente que tenta nos convencer de que piratear sinal de TV a cabo é crime. Quem é o pirata? Vou pedir ao vizinho que, sem pagar, tem todos os canais de filmes, para me proteger da pirataria da Globo, pois não era somente à Cristina Lobo a quem o Santiago se referia em sua pergunta.

Como podemos responder?

O que responder?

Se a Hillary Clinton apóia o asilo a Zelaya na embaixada brasileira e o Muamar Kadafi também, o que responder? Se o Miguel Insulza, secretário-geral da OEA, e o Raul Castro, presidente de Cuba, apóiam o Brasil pelo asilo na embaixada... Se o secretário-geral da ONU, o coreano Ban Ki-Moon, e o iraniano Mahmoud Ahmadinejad apóiam... Se os tratados internacionais, os corpos diplomáticos de todas as nações... Todos os intelectuais, os meios acadêmicos, toda imprensa não-brasileira... O mundo inteiro apóia Lula e o Brasil por ter oferecido asilo a Zelaya na nossa embaixada em Tegucigalpa, o que poderia responder ao meu amigo Santiago?

Se país de governo nenhum – nem um! –, a não ser a Globo, reconhece como legítimo o governo golpista de Honduras, o que poderia ter respondido à coerência e objetividade germânica ou à criatividade e subjetividade do raciocínio espanhol? Que a Globo é mais esperta do que Hitler e sairá vitoriosa desta declaração de Terceira Guerra Mundial em que se meteu?

Como posso afirmar isso, se os caras acabam de perder uma guerrinha doméstica com a Record, que a desmascarou, revelando os motivos da oposição da Globo ao governo federal, defendendo invasões de áreas públicas sob a vista grossa do governo paulista?

Serra e Micheletti serão aliados mais eficientes do que Mussolini e Hirohito? Me ajudem! Como poderemos responder ao mundo e à pergunta do Santiago sobre quem paga jornalistas da Globo para declararem guerra ao mundo?


* Raul Longo é jornalista e escritor

em
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/raul-longo-a-globo-e-honduras/

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

...o dedo do Lula foi parar no (...) do PiG...


Em vídeo exclusivo para o blog do Planalto, o Presidente Lula manda um recado para o PiG...

"(...) a gente fica cansado de notícias do Brasil para baixo (...). Hoje nós estamos numa contradição no mundo: é a imprensa internacional enaltencendo o Brasil e a imprensa nacional puxando o Brasil pra baixo (...)."

"Hoje foi como tirar um nó na garganta."



...já sabemos onde o dedo do Lula foi parar...

[!!] Serra: o PiG é responsável pelo Rio 2016 (/?)


Zé Pedágio afirma em seu brilhante artigo que as Olimpíadas Rio 2016 é fruto de um intenso trabalho do PiG...

"As primeiras Olimpíadas da América do Sul serão realizadas na cidade do Rio de Janeiro, em 2016 – 23 anos entre o sonho e a realidade. Lembro quando a idéia foi levantada, há 16 anos, por João Havelange e Roberto Marinho, quando o prefeito era César Maia. A primeira tentativa não foi bem sucedida, mas começou a pavimentar o caminho da vitória em Copenhague. Na segunda tentativa, após perder a disputa para as Olimpíadas de 2012, o Comitê Olímpico Brasileiro prometeu voltar. Voltou, e o Rio levou, com uma campanha coordenada pelo governador Sérgio Cabral e pelo prefeito Eduardo Paes e apoiada pelo presidente Lula.

Vitória do Rio, vitória do Brasil. As Olimpíadas reforçarão a visibilidade internacional do nosso país, valorizando sua principal vitrine – esta Cidade Maravilhosa. Serão um incentivo poderoso para aumentar e diversificar, desde já, as atividades esportivas olímpicas no Brasil. Alavancarão um grande volume de investimentos, concentrados principalmente no Estado do Rio. Começarão a gerar muitos e muitos empregos bem antes de 2016. E, acima de tudo, farão bem à autoestima dos cariocas e de nós todos.

O Rio merece. Acho que o país tem uma dívida com a cidade desde quando lhe retirou a condição de Capital e promoveu, em meados dos anos 70, uma fusão improvisada e mal concebida em sua origem. Ao mesmo tempo, o Brasil precisa do Rio para afirmar sua identidade nacional, revigorar sua cultura e encurtar a distância que ainda nos separa do futuro de país desenvolvido.

São Paulo colocou-se à disposição do Rio, desde o início, para cooperar em tudo o que pudesse. Em abril deste ano, enviei um projeto de lei à Assembléia Legislativa, atendendo às diretrizes do Caderno de Encargos do COI e do COB, que se comprometia com o encaminhamento de propostas legislativas estaduais para garantir a execução dos compromissos firmados.

Nos próximos dias, será enfatizado que a preparação de um evento dessa magnitude exigirá muitos recursos, um planejamento extremamente complexo e uma grande capacidade executiva das três esferas de governo, sem falar na necessidade de uma boa coordenação entre elas.

Não seria esperar demais de um país muito centralizado, onde não sobra dinheiro público, e a capacidade de planejar e executar é escassa? A resposta é não."

Dando uma lida nos comentários do blog do PHA, encontrei um navengante (L@!r M@r+3$) citando o seguinte:

"É sempre assim. Outro dia falei com um amigo totalmente intoxicado pelas toxinas tucanas e ele disse que o pré-sal foi resultado de anos de pesquisa querendo dizer, claro, que o pré-sal é obra de FHC. Agora mais essa. É sempre assim: tudo de bom veio do “governo anterior” e a imoralidade e a corrupção foram inventadas neste governo. Haja paciência, hein PHA! como você consegue?"

em

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19623

...do blog DESABAFO BRASIL....


Sabendo que Serra não decola e caminha para a derrota, jornal questiona eleições, preparando golpe midiático.

Escrito por Fernando Carvalho, de Madrid


Lendo a manchete principal do jornal FOLHA DE SÃO PAULO desse domingo, ficamos sabendo que o seu dono, Otavinho Frias, mandou que o seu instituto particular de pesquisas, o Data Folha, produzisse uma enquete que questionasse, pudesse anular ou que pelo menos, justificasse mais tarde, que os resultados das próximas eleições para presidente, governadores e parlamentares não poderiam ser aceitos. Obediente, o instituto Datafolha teria cumprido a ordem do chefe e entrevistado dois ou três milhares de pessoas em várias cidades do país, fazendo a seguinte pergunta: “alguma vez você votou em alguém em troca de alguma coisa”?

Segundo o jornal do Otavinho, se considerarmos o resultado encontrado pelo instituto do Otavinho, em proporção com a população do Brasil, estaria provado pelos cálculos dos cientistas empregados pelo Otavinho, que nada menos do que 17 milhões de brasileiros venderam seus votos, pelo menos uma vez. Isso bastou para que o Otavinho, mandasse seus jornalistas, colocarem na primeira página de seu jornal, hoje, algo inédito. E que vai engrossar o já extenso currículo de pioneirismo da FOLHA pois nunca antes neste país, um jornal, alegando possuir “pesquisas científicas”, havia questionado o regime democrático de realizar eleições.

Ou seja, para o Otavinho, sua “pesquisa científica” provaria que tudo aquilo que acontece no dia das eleições seria uma autentica palhaçada, algo sem valor. Não valeria nada o trabalho dos juízes eleitorais, dos procuradores da justiça eleitoral, dos mesários, dos policiais, dos tribunais regionais eleitorais e do Tribunal Superior Eleitoral. Tudo seria uma tremenda bobagem, uma falcatrua, inclusive o acompanhamento de especialistas e de representantes dos parlamentos de todo o mundo, que reconhecem sempre o excelente grau de lisura das eleições no Brasil.

Para o Otavinho, isso tudo é bobagem. É mentira.

É bobagem para o Otavinho, principalmente, essa história de “vontade do povo”, expressa não só nas urnas, mas nos bilhões de horas de trabalho ou de descanso que foram gastas pelos milhões de brasileiros que, a cada dois anos, ficam nas filas das seções eleitorais, ou se deslocando até o local das urnas.

Para o herdeiro da FOLHA de SÃO PAULO,Otavinho Frias, tudo o que foi e será considerado como “vontade popular”, não valeu nada.

Não valeriam nada portanto, por esse raciocínio e seriam apenas papel sem valor, os mandatos que a Justiça Eleitoral do Brasil forneceu ao presidente da república, ao vicepresidente, aos senadores, deputados,vereadores e aos prefeitos e seus vices. E não valeríamos nada, nós brasileiros. Pois, das duas uma: ou somos fraudadores de eleições, do tipo que compra ou vende votos,

ou somos milhões de ingênuos que acreditamos num sistema assim e ficamos quietos.

Quem duvidar ou reclamar das “pesquisas científicas” do Otavinho é porque rouba eleições. Os demais, que seriam os honestos, mas ingênuos, que não vendem o seu voto, deveriam aderir à oposição e ao golpe midiático que a FOLHA e outros jornais pretendem dar no governo no presidente Lula desde o primeiro dia de seu mandato, sem medo de serem acusados de golpistas, porque, segundo as “pesquisas do Otavinho”, as eleições não valeriam nada mesmo. A bem da verdade, o pioneirismo da FOLHA quanto contestar os resultados das eleições é bem mais antigo. E o Otavinho não seria assim, um pioneiro.

Em 1964 , Otávio Frias, o pai do Otavinho, dono da FOLHA, também contestou o mandato legitimo do presidente da republica e de centenas de governadores, senadores e deputados, com uma pesquisa desse tipo. Mais eficiente que seu filho, ele conseguiu que milhares desses mandatos populares, obtidos nas urnas em todo o Brasil, fossem retirados à força de seus detentores, sem processo, sem julgamento, convencendo maus militares a trabalharem sob suas ordens e inspiração, instalando no país uma ditadura que durou mais de 20 anos.

Muitos dos que se tornaram “sem-mandato”, foram presos, torturados e mortos. A FOLHA também foi pioneira na colaboração com um regime de exceção, pois ao invés de combater com suas idéias aos usurpadores do poder, que censuravam a própria imprensa, o falecido Otávio Frias, pai do Otavinho, colaborou ativamente com os ditadores, aprovando e apoiando todas as barbaridades cometidas contra a população, como o arrocho salarial, a hipoteca das pequenas propriedades rurais, a perda dos direitos trabalhistas e à liberdade sindical.

Para fazer esse trabalho sujo de manipulação da opinião pública, Otavio Frias ganhou, sem licitação, tal como o Globo, o Estadão e outros jornais, gigantescas verbas de publicidade dos governos federal, estaduais e municipais. Essas verbas formaram as imensas fortunas que usufruem agora o Otavinho e os herdeiros dos Marinho, dos Mesquita, dos Sirotsky, dos Sarney, dos Collor, dos Maia e várias outras famílias que dominam a mídia que colaborava com a Ditadura nos estados.

Mas o fato que mais marca com o pioneirismo, o currículo da FOLHA DE SÃO PAULO a nível internacional, foi a colaboração que o jornal prestou à ditadura transportando presos políticos, muitos deles torturados, que depois apareceram mortos ou estão até hoje desaparecidos, em caminhonetes de entrega de jornais. Uma operação chamada OBAN, Operação Bandeirantes,

realizada pelo exército em colaboração com empresários, para despistar juízes e familiares que procuravam em vão pelas vítimas nos quartéis para onde haviam sido levados ilegalmente.

Essa, nem os jornais que apoiavam o governo de Adolf Hitler fizeram. Transportar presos políticos em carros de entrega de jornal. É pioneirismo puro. Mas uma vergonha que manchou inapelavelmente o currículo da FOLHA e que ainda está impune. Para mim, a pesquisa do instituto do Otavinho e a noticia do jornal do Otavinho só provam uma coisa: acostumado com a impunidade, pensando que é um tipo de deus grego incompreendido, Otavinho endoidou de vez. As Olimpíadas de 2016 terem sido trazidas por Lula para o Rio, podem ter sido a gota d’água. Não é possível. Otavinho deve estar sofrendo de alguma moléstia mental. E como tal, a bem dos negócios do grupo, deveria ser interditado pelos demais herdeiros e acionistas do grupo FOLHA. E suas ordens não obedecido pelos que tem responsabilidades em suas empresas. Pelo menos esse tipo de ordem. Ainda mais agora que a Policia Federal descobriu que a gráfica da FOLHA, que ganhou uma licitação do governo federal para imprimir milhões de provas sigilosas para o ENEM, entregou cópias ao jornal, O ESTADO DE SÃO PAULO, aliado da FOLHA na oposição ao governo para, sem causar suspeitas, provocar o adiamento da prova e desgaste do ministro da educação Fernando Haddad, frente aos milhões de estudantes e pais que esperavam ansiosamente essa oportunidade de entrar na universidade.

Para ter uma prova disso, basta ler os “comentários dos leitores”que a FOLHA seleciona ( ou será que ela mesma produz? ) e coloca embaixo das matérias que está publicando nesse momento em sua versão on-line: todos eles vinculam a fraude nas provas do ENEM com a possível fraude nas próximas eleições...Outra prova é que nenhuma matéria traz qualquer menção a que a FOLHA é participante do consórcio que é dono da gráfica que deixou a prova

vazar... Mais uma tentativa do Otavinho de desgastar o presidente Lula frente aos jovens, logo o Lula que criou o Pro-Uni, que dá bolsas aos alunos pobres e descendentes dos escravos que os antepassados de pessoas como Otavinho devem ter comprado e vendido aos montes, quando o Brasil era uma colônia e depois um império. Um império onde mandavam não aqueles que fossem escolhidos em eleições que Otavinho contesta e seu pai já contestava e fez deixar de terem validade por 21 anos, mas aqueles que teriam o direito divino, dado por Deus, de mandar por serem de “melhor raça”, “melhor berço”, mais ricos e prósperos e portanto, mais inteligentes e capacitados para mandar.

Com a palavra, as autoridades. Liberdade de imprensa é uma coisa. Manipular a realidade, corromper pessoas, transportar presos em caminhonetes, ganhar fortunas sem licitação, fraudar provas é outra. Os excelentes resultados dos seis anos e meio de governo do presidente Lula nos campos econômico, social e político já estavam fazendo nos últimos dias o herdeiro da FOLHA a radicalizar nos ataques e ofensas pessoais a Lula. Mas agora, temendo a derrota de seu candidato José Serra, que não decola nem nas pesquisas nem de seu instituto particular, exatamente por que o povo brasileiro associa sua imagem aos terríveis anos de desemprego, miséria e corrupção de Fernando Henrique Cardoso, Otavinho Frias, dono do grupo que foi pioneiro em emprestar caminhonetes para transportar presos políticos de forma ilegal, partiu de vez para o tudo-ou-nada.

A consagração do presidente Lula pela conquista das Olimpíadas Rio 2016, pode ter sido a gota d’água que precipitou essa nova crise de demência. Com a palavra as entidades dos pesquisadores, dos sociólogos, dos cientistas políticos, dos estatísticos, matemáticos e outros afetos a esse ramo da ciência e da pesquisa de opinião. Com a palavra o ministério público federal, a justiça eleitoral, os parlamentares, os governadores e prefeitos atingidos, cujos mandatos Otavinho colocou sob suspeita, com suas “pesquisas científicas”. Tanto os mandatos dos políticos do governo como os da oposição. Com a palavra, principalmente, o presidente Lula, que sofre calado ataques e xingamentos dos jornalistas pagos pelo Otavinho, há mais de 30 anos. E que depois de assumir a presidência, temendo ser acusado de atentar contra a liberdade de imprensa, tem permitido calado e de forma a meu ver equivocada, que gente como o Otavinho, continue ofendendo,não só a ele, mas o seu mandato popular, as instituições democráticas e próprio povo brasileiro. Com a palavra, principalmente, nós os leitores de jornais do Brasil, mesmo aqueles que, sendo de oposição, teriam obrigação de nunca mais anunciarem ou comprarem um jornal com o currículo que Otavinho e seu pai fizeram injustamente a FOLHA e seus competentes profissionais ostentarem para o resto de suas vidas. Daqui para frente, nem que eu leia outro jornal de oposição: mas a FOLHA, NÃO!


em

http://desabafopais.blogspot.com/2009/10/folha-nao.html

[...] teclado capenga


Existem três teclas que PiG bate, bate, bate e só bate (em Tegucigalpa)....

Chegada de Zelaya à emabaixada brasileira.
60 homens e um destino.
E o golpe antigolpe.


Ontem, na entrevista do Zelaya ao Burnier, no Fantástico, essas três teclas continuaram sendo batidas:

Por que escolheu a embaixada brasileira?
Você acha correto tanta gente na embaixada (agregados camponeses de esquerda)?
Você aceita ser julgado (por ter sofrido um Golpe de Estado)?

Dessa vez foi até mais brando (entrelinhadicamente)...

Rio 20i6



Rio de Janeiro.

Não teve jeito.
O PiG não pôde esconder isso.
O povo brasileiro queria isso na TV.
O PiG não poderia tirar esse direito (escancarado) do povo.
O PiG se rendeu.
Essa lacuna não-acusativa é um período de formulação de outras estratégias: a operação Honduras falhou.
Vamos esperar qual será a próxima.
Tentaram o ENEM: parece que o PiG perdeu a criatividade.
Não atinge mais.