quinta-feira, 15 de abril de 2010

As duas caras [ :) / :( ] da Veja [2]


Já se preparando para o golpe, a Veja - que nunca descansa e o mais irrisório dos membros - prepara duas canções para dois estados diferentes. É nesse clima de música que temos:

em 10 de fevereiro de 2010, ela canta, para São Paulo, "Chuva Ácida", do Erasmo... [ela teima em atrapalhar nossa campanha]


"Uma rara combinação de fatores atmosféricos é a causa do dilúvio que há mais de 40 dias castiga o Sul e o Sudeste do Brasil"

Creio, também, que seja uma rara combinação de fatores inexplicáveis a causa de tamanha infelicidade com a renovada nação brasileira, da qual o mundo se orgulha de tão acelerado crescimento em contraponto ao momento econômico atual do mundo. Como pode existir um levante midiático a fim de tornar o seu próprio país, mais uma vez, uma "piada no exterior"?.

No canto inferior direito da capa, nota-se a seguinte chamada: "Raios: o Brasil é o país mais atigindo do mundo". Aposto que é culpa do Governo Federal, e da Dilma.

Lembre-se que "culpar as chuvas é demagogia".



e em 14 de abril de 2010, ela canta "Chuva Amiga", para o Rio, do Raul Seixas... [os inimigos são os outros]

"Culpar as chuvas é demagogia. Os mortos do Rio de Janeiro que o Brasil chora foram vítimas da política criminosa de dar barracos em troca de votos."

Realmente, em São Paulo, nas áreas de risco (consideradas só depois das tragédias) o Governo dá um "vale se manda" de R$ 300,00. Isso não é política criminosa.

Esse ano, já não mais importa Copa do Mundo, mesmo vivendo um excelente ano de muitas conquistas e alegrias no esporte. O que importa, para o triste monopólio midiático, é este golpe. Quando teremos uma imprensa honesta, usando as ferramentas e técnicas ensinadas nas universidades e nas ruas, na essência da informação, romântica mas leal?

É indiscutível o papel da Veja no meio social e político como veículo comunicativo: dar posse aos vendilhões do passado. É indiscutível e lamentável.

Agradecendo à Marizete Augustus, ao Max e ao Douglas pelo repasse das capas.